Posicionamentos

Posicionamentos (56)

  • 21-Out
  • 2015

Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura reforça a importância dos mecanismos econômicos para o carbono e serviços ecossistêmicos como ferramentas para cumprir as metas de redução de emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), incluindo o reflorestamento, a manutenção de florestas e a geração de renda. A última rodada de negociações do texto — base para o acordo mundial da COP-21 — acontece durante toda esta semana em Bonn, na Alemanha. Algumas alterações já foram propostas e o Brasil reúne condições para liderar a valorização de mecanismos essenciais para o enfrentamento das mudanças climáticas.

São Paulo, 20 de outubro de 2015 — Até a próxima sexta-feira, dia 23, representantes de vários países estão reunidos em Bonn, na Alemanha, para aprimorar o texto base do novo acordo mundial a ser firmado em Paris, em dezembro, durante a Conferência da ONU para o Clima, a COP 21. Trata-se da última rodada de pré negociações antes da esperada reunião na capital francesa. Ontem, algumas propostas que envolvem mecanismos para a valorização econômica do carbono foram apresentadas para discussão. A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura reforça — junto ao governo brasileiro e à sociedade — a necessidade de se considerar esses mecanismos bem como os que envolvem os chamados serviços ecossistêmicos. A Coalizão acredita que a ampliação desses instrumentos terá papel relevante no enfrentamento das mudanças climáticas. 

  • 29-Set
  • 2015

A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura reconhece avanços no conjunto de contribuições anunciadas pelo governo brasileiro para o acordo mundial sobre o clima (INDC), mas salienta uma necessária interação entre sociedade e governo para acompanhamento de métricas e de mecanismos de implementação. O movimento dará início, agora, a um mergulho nos marcos econômicos relacionados à INDC para entender as demandas e desdobramentos necessários. Em novembro, apresentará conclusões, de forma a auxiliar nos debates da COP 21.

São Paulo (SP), 29 de setembro de 2015 — Representantes da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura analisaram as contribuições brasileiras para o acordo do clima, a chamada INDC, e concluíram: os números propostos são expressivos, demandarão muito esforço na implementação e alinhamento entre a sociedade, os setores produtivos e o governo. O movimento — composto por mais de 100 empresas, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e entidades setoriais — observa que a redução de emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa), de 37% até 2025 e de 43% até 2030 com base em 2005, é mais expressiva do que se sinalizava até então.

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