12/2015

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Coalizão marca presença em diferentes eventos

A COP 21 já é sem dúvida um marco na história da humanidade. A Coalizão Brasil se fez presente, participando de reuniões, apresentando propostas e acompanhando as negociações de perto. A seguir, os principais momentos da primeira semana da conferência.

Lançamento do Carbon Pricing Leadership Coalition (CPLC)
Le Bourget (FR), 30 de novembro

O Carbon Pricing Leadership Coalition é uma iniciativa do Banco Mundial, lançada no primeiro dia da COP. Principais conclusões do evento: a precificação do carbono é a maneira mais efetiva de reduzir emissões; todos os países deveriam buscar zerar as emissões líquidas. A necessidade de enviar sinais claros para os investidores também foi abordada. No entanto a precificação ou taxação do carbono não funcionariam sozinhas, havendo a necessidade de metas de redução. A Coalizão Brasil já vem defendendo a valorização dos mecanismos de carbono e levou posicionamento sobre esse quesito à COP. 

Agenda de ações Lima-Paris com foco em florestas
Le Bourget (FR), 1 de dezembro

O evento do LPAA (Lima-Paris Action Agenda) focou em florestas e iniciou com o príncipe Charles, da Inglaterra. José Penido, presidente do conselho da Fibria, foi um dos palestrantes da sessão dedicada ao Brasil, apresentando a Coalizão e suas propostas. Veja aqui um vídeo do príncipe numa reunião pré COP, falando sobre o desmatamento e as mudanças climáticas: https://www.youtube.com/watch?v=yIGrCpNljSc

Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura: construindo pontes com a sociedade civil
Le Bourget (FR), 1 de dezembro

Mark Luttes (WWF e CAN), Antonio Hill (GCCA – Global Call for Climate Action), Roberto Waack (Amata), José Penido (Fibria) e Carlos Rittl (Observatório do Clima), apresentaram a Coalizão para um público de 50 pessoas. Em destaque, as principais características do movimento e a forma de atuação. Na sequência, responderam a perguntas da plateia sobre como é viável encontrar consenso entre vozes diversas que defendem a mesma causa. 

Opportunities for investments in forest restoration and reforestation in Brazil
Le Bourget (FR), 3 de dezembro

O evento, ocorrido no Pavilhão da IUCN, na COP, teve participação de Ana Yang (CIFF), Bernardo Strassburg (IIS/PUC-Rio), Bruno Mariani (Symbiosis), Marcio Macedo (BNDES), Marcos Sossai (estado do Espírito Santo), Miguel Calmon (IUCN) e Roberto Waack (Amata e Coalizão). As perspectivas para que o restauro e reflorestamento se tornem uma atividade econômica forte são otimistas, dado o escopo de oportunidades que ela oferece, e os benefícios sociais certamente serão relevantes. Mas é preciso que haja financiamento, regulamentação, pesquisa e desenvolvimento adequados para que essa atividade ganhe escala e se fortaleça, deixando de ser vista como um investimento de alto risco.

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